Author: Ana Paula

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O papel das hidrelétricas como garantidoras de expansão solar e eólica

Em um cenário futuro que tende a registrar expansão acentuada da geração de energia por fontes consideradas variáveis ou intermitentes, como a solar e a eólica, o parque de hidrelétricas instalado no Brasil será cada vez mais importante, garantindo que painéis solares e torres eólicas possam continuar a fazer parte do planejamento energético brasileiro no futuro.

A avaliação foi feita por Rafael Kelman, sócio-diretor da PSR, na reunião do Comitê de Geração de Energia da Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base), no dia 6 de abril, e corroborada por diversos empresários e especialistas que participaram do encontro.

O coordenador do Comitê de Geração de Energia, Flávio Doehler, ponderou que há atualmente um hiato no desenvolvimento de projetos hidrelétricos e que o Estado brasileiro deveria incentivar iniciativas para agentes e investidores interessados nesse tipo de geração, pois a falta futura significaria insuficiência de lastro, que vem se reduzindo cada vez mais.

“O não ingresso de novas hidrelétricas não somente poderá restringir o tão desejado crescimento econômico brasileiro, como também fará aumentar a instabilidade do sistema elétrico integrado, que tem se expandido majoritariamente por fontes renováveis solares e eólicas, sazonais”, ressalta Flávio.

Segundo Carlos Infante, Diretor de Desenvolvimento de Negócios e Mercado da Intertechne, esse estudo divulgado pela Abdib lança luz sobre a importância da energia hidrelétrica.

”Sem dúvida, o estudo deixa evidente que o parque hidrelétrico brasileiro continuará sendo um importante garantidor da expansão de outras fontes renováveis. Na Intertechne sempre acreditamos na força dessa matriz energética, tanto que nos últimos 30 anos desenvolvemos dezenas de projetos de UHEs e PCHs. Recentemente, também temos participado de projetos de modernização de usinas visando repotencializá-las, já que a maioria das UHEs em operação no mundo está em funcionamento há mais de 30 anos. Esse trabalho de modernização é fundamental para que possamos continuar explorando todo o potencial de geração energia dessas usinas”, destaca Infante.

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Intertechne Consultores inicia 2021 com nova estrutura organizacional

Aqui na Intertechne a gente nunca para! Ao longo dos últimos meses implementamos várias mudanças em nossa estrutura organizacional. Com a transferência de Lourenço Babá (ex-diretor presidente da empresa) para a INTERPART, holding controladora da Intertechne, Paulo Akashi foi nomeado o novo presidente. Akashi trabalhou na área de desenvolvimento de negócios da empresa de 2005 a 2020. Desde 2013 atuava como diretor de desenvolvimento de novos negócios.

“Estou muito honrado pelo convite do Conselho de Administração para ocupar o cargo de presidente da Intertechne e Sistechne, e agradeço a confiança depositada em mim. Temos um legado muito especial deixado pelos sócios fundadores e que precisa ser preservado. Talvez o maior deles seja a importância das pessoas em uma empresa de engenharia como a nossa, e com certeza isso não vai mudar em minha gestão. As pessoas continuarão sendo a nossa força motriz, mas também precisamos nos reinventar de forma permanente em nossos de processos de gestão e nas tecnologias utilizadas, porque somente assim vamos fazer da Intertechne uma empresa cada vez mais competitiva no cenário global de engenharia”, comenta Akashi.

Dentre os objetivos de Paulo para o novo cargo, estão o contínuo aumento do reconhecimento da Intertechne como uma empresa de excelência em engenharia consultiva e a realização de investimentos em tecnologias de ponta visando incrementar a performance das soluções desenvolvidas.“A Intertechne possui um forte reconhecimento no segmento de Água e Energia, e para os próximos anos devemos ampliar nossa atuação nos segmentos de Infraestrutura e Óleo & Gás. Além disso, temos investido em projetos de matrizes energéticas renováveis. Faremos tudo isso utilizando a tecnologia a nosso favor. Hoje temos à nossa disposição metodologias como o BIM, que melhoram incontestavelmente a qualidade dos serviços entregues aos nossos clientes”, finaliza Paulo. Com a promoção de Paulo Akashi, Carlos Infante Teixeira assume a diretoria de Desenvolvimento de Negócios.

“Estamos focando nossa atenção em estreitar ainda mais as relações da Intertechne com seus clientes e novos clientes, principalmente nesse momento em que há uma maior demanda por obras de brownfield, onde podemos expandir o espectro de serviços a estes clientes”, destaca Carlos.

Infante também comenta que o foco é manter o posicionamento da Intertechne como uma empresa de excelência em engenharia consultiva nos segmentos e regiões em que já atua e conquistar novos mercados. Em relação aos investimentos em energias renováveis, Infante afirma que há uma mudança natural da sociedade e das empresas, com grande receptividade às mesmas. A Intertechne começou a investir em projetos de energias renováveis há 4 anos, porque entendia que este era um caminho sem volta do mercado. Outra mudança foi a nomeação de Francisco Vilas Boas para o cargo de diretor da unidade de negócios de Óleo & Gás, antigo cargo de Infante. Francisco irá liderar a equipe dedicada e especializada para atuar em projetos Onshore e Offshore.

UFV Bandeirantes
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UFV Bandeirantes inicia suas operações no Paraná

No dia 01 de março entrou em operação o Complexo Solar de Bandeirantes, no Estado do Paraná. O projeto foi implantado pela Sistechne, integradora de soluções em energia do grupo Intertechne, que foi responsável pela gestão de fornecimento de equipamentos, obras civis e montagem. Além de atuar na implantação da usina, o grupo Intertechne participou como investidor, associado à COPEL-G&T, na Solar Paraná GD Participações.

Inicialmente a usina está operando com 3 MWp e, ainda este ano, está prevista sua ampliação, fazendo com que a capacidade total instalada atinja 5,36 MWp (megawatt-pico). Ao final, a UFV Bandeirantes produzirá energia suficiente para suprir as necessidades de aproximadamente 10 mil pessoas.

Este projeto foi construído dentro de um modelo de negócios chamado “geração distribuída” (GD), onde consumidores alugam plantas de geração de energia, que por sua vez compensam a energia que consomem em suas atividades. Com isso, a energia utilizada de origem fotovoltaica é compensada na conta de energia elétrica, permitindo uma redução dos custos com energia elétrica.

Para Paulo Akashi, diretor-presidente da Intertechne, este é um importante passo para o futuro da energia fotovoltaica no Paraná: “A transição das matrizes energéticas tradicionais para as renováveis tem acontecido de maneira natural há alguns anos, e a Intertechne evoluiu nesse sentido e hoje está preparada para atender esta demanda. Esse investimento em uma usina fotovoltaica voltada à geração distribuída, é um importante marco no uso de renováveis no Paraná, e confirma as vantagens que o modelo de geração distribuída remota pode trazer às empresas, na gestão dos seus custos com energia elétrica”, comenta Paulo.

O Complexo Solar de Bandeirantes, que fica a 100 km de Londrina, ocupa uma área total de 10,35 hectares (tamanho equivalente a quase 10 campos de futebol) e é composto por 6.900 placas fotovoltaicas. Cada uma delas é formada por células fotovoltaicas de silício policristalino, e essas células são interligadas em série e reagem com a incidência dos raios solares, liberando elétrons que são transferidos para um circuito dentro da placa ou painel solar.

O mercado de geração distribuída (MMGD) está em constante expansão no país, e segundo a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), hoje existem mais de 200 mil unidades geradoras de energia fotovoltaica conectadas à rede no Brasil, com cerca de 2,3 GW em capacidade, que em junho do ano ano passado era apenas de 1 GW.

“A entrada em operação deste empreendimento reforça a capacidade do Grupo Intertechne em estruturar soluções em energias renováveis com a mesma qualidade em que entrega projetos em outros segmentos. Vamos continuar investindo nossos esforços em conquistar ainda mais espaço neste mercado, gerando valor para os envolvidos e alinhados com os melhores princípios de ESG”, finaliza Akashi.

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